SKIP TO CONTENT

Quando um escândalo atinge um patrocinador de celebridade

Lars Leetaru
Aviso: Este texto foi traduzido com o uso de tradução automática e pode conter erros. Responda a esta pesquisa para nos enviar seus comentários e obtenha mais informações em nossas perguntas frequentes.
Read in English

Em dezembro de 2009, os profissionais de marketing da Accenture, AT&T, Gatorade, General Motors, Gillette, Nike, TAG Heuer e outras empresas enfrentaram uma decisão difícil. Depois de reportagens em tabloides sobre infidelidade e uma suposta briga com sua esposa que terminou em um acidente de carro, Tiger Woods - que tinha contratos de patrocínio com essas empresas - pediu desculpas publicamente (ainda que vagamente) por seu comportamento e anunciou que estava tirando uma licença indefinida do golfe. Os dias seguintes trouxeram mais histórias picantes. As empresas deveriam abandonar Woods ou manter o curso? Nas semanas seguintes, os investidores das empresas que usaram Woods em anúncios perderam US$ 12 bilhões com a queda do preço das ações. Para os gerentes dessas empresas, a questão passou a ser: como mitigar os danos?

A version of this article appeared in the Maio-Junho 2019 issue of Harvard Business Review.

Partner Center