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Atendimento superior ao cliente

Rami Niemi   

Resumo.   

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Pense na última vez em que você tomou um avião. Quando fez o check-in, o senhor usou uma opção de autoatendimento - como o site da empresa aérea, o aplicativo ou o quiosque do aeroporto - para despachar suas malas, escolher seu assento e imprimir seu cartão de embarque? Ou você ficou em uma fila no aeroporto para falar com um ser humano? Se o senhor for como a maioria das pessoas, usou a opção de autoatendimento. De fato, nossos dados mostram uma preferência esmagadora pelo autoatendimento: Em todos os setores, 81% de todos os clientes tentam resolver os problemas por conta própria antes de entrar em contato com um representante ao vivo.

A version of this article appeared in the Janeiro-Fevereiro 2017 issue of Harvard Business Review.

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