Desde a época de Alexander Graham Bell, as empresas compram serviços telefônicos da mesma forma que compravam eletricidade, serviços de limpeza e água para o refrigerador, conforme pacotes de ofertas definidas por um fornecedor externo. Claro, as empresas poderiam escolher entre um menu de opções de configuração e planos de serviço, mas, no final, a companhia telefônica ou o fornecedor deu as ordens. A dissolução de monopólios telefônicos como a AT&T na década de 1980 mudou o mix de provedores, mas deixou intacta a centenária rede telefônica pública comutada que eles empregam e deixou as decisões de serviço para os fornecedores. Como resultado, as empresas foram limitadas — mais do que imaginam — pelos sistemas telefônicos antigos dos quais dependiam.