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Inteligência profunda

Resumo.   

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Quando uma pessoa avalia uma situação complexa e toma uma decisão rápida que se mostra não apenas boa, mas brilhante, você pensa: “Foi inteligente”. Depois de vê-lo fazer isso algumas vezes, você percebe que está na presença de algo especial. Não é inteligência bruta, embora isso ajude. Também não é inteligência emocional, embora isso também esteja frequentemente envolvido. É a inteligência profunda, o material que produz essa qualidade misteriosa, o bom senso. Aqueles que têm uma inteligência profunda podem ver a imagem inteira e ainda assim ampliar um problema específico que outros não conseguiram diagnosticar. Quase intuitivamente, eles podem tomar a decisão certa, no nível certo, com as pessoas certas. O gerente que entende quando e como entrar em um novo mercado internacional, o executivo que sabe exatamente que tipo de conversa dar quando sua organização está em crise, o técnico que consegue rastrear a falha de um produto até a interação entre elementos produzidos de forma independente — essas são pessoas cujo conhecimento seria difícil de adquirir no mercado aberto. Sua visão é baseada mais em conhecimento do que em fatos; ela compreende uma visão do sistema e também experiência em áreas individuais. Inteligência profunda não é filosófica — não é “sabedoria” nesse sentido — mas está tão próxima da sabedoria quanto os negócios podem chegar.

A version of this article appeared in the September 2004 issue of Harvard Business Review.

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