Reduzindo os riscos do ativismo corporativo

Resumo.
Em 2018, a Nike assumiu um risco grande - e, segundo a TI, calculado - ao apresentar Colin Kaepernick em uma campanha publicitária. Quando era o quarterback do 49ers, ele protestou contra a brutalidade policial ajoelhando-se durante "The Star-Spangled Banner", tornando-se um herói para os liberais e um pária para os conservadores. A Nike estava apostando que uma resposta entusiasmada dos liberais superaria qualquer reação negativa dos conservadores. Embora os anúncios tenham aumentado as vendas, a reação dos liberais e conservadores foi desigual. Em 2021, o número de democratas que disseram usar produtos Nike aumentou apenas 2%, enquanto o número de republicanos caiu 24%, de acordo com o BAV Group. No mesmo ano, quando perguntaram aos consumidores se a Nike se importava com seus clientes, as respostas positivas foram 33% mais altas entre os democratas do que antes da campanha, mas 55% mais baixas entre os republicanos.