SKIP TO CONTENT

Reduzindo os riscos do ativismo corporativo

Alex Eben Meyer

Resumo.   

Aviso: Este texto foi traduzido com o uso de tradução automática e pode conter erros. Responda a esta pesquisa para nos enviar seus comentários e obtenha mais informações em nossas perguntas frequentes.
Read in English

Em 2018, a Nike assumiu um risco grande - e, segundo a TI, calculado - ao apresentar Colin Kaepernick em uma campanha publicitária. Quando era o quarterback do 49ers, ele protestou contra a brutalidade policial ajoelhando-se durante "The Star-Spangled Banner", tornando-se um herói para os liberais e um pária para os conservadores. A Nike estava apostando que uma resposta entusiasmada dos liberais superaria qualquer reação negativa dos conservadores. Embora os anúncios tenham aumentado as vendas, a reação dos liberais e conservadores foi desigual. Em 2021, o número de democratas que disseram usar produtos Nike aumentou apenas 2%, enquanto o número de republicanos caiu 24%, de acordo com o BAV Group. No mesmo ano, quando perguntaram aos consumidores se a Nike se importava com seus clientes, as respostas positivas foram 33% mais altas entre os democratas do que antes da campanha, mas 55% mais baixas entre os republicanos.

A version of this article appeared in the Novembro-Dezembro 2024 issue of Harvard Business Review.

Partner Center