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Para evitar que as pessoas procrastinem, não lhes dê um prazo

Emilija Manevska/Getty Images
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Maroš Servátka, da Macquarie Business School, da Austrália, e três pesquisadores principais - Stephen Knowles, Trudy Sullivan e Murat Genç, todos da Universidade de Otago, da Nova Zelândia - convidaram 3.276 pessoas para responder a uma breve pesquisa on-line em troca de uma doação de US$ 10 para uma instituição de caridade. Alguns participantes receberam um prazo de uma semana, outros receberam um prazo de um mês e outros não receberam prazo algum. Os membros do último grupo devolveram mais pesquisas do que os dos outros dois grupos, e também responderam mais rapidamente. A conclusão: Para evitar que as pessoas procrastinem, não dê a elas um prazo.

A version of this article appeared in the Setembro-Outubro 2022 issue of Harvard Business Review.

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