Por que os conselhos de administração devem se preocupar com o comportamento dos executivos fora do trabalho

Tim Bower
Em meados dos anos 2000, os Estados Unidos estavam se recuperando de uma onda de escândalos corporativos: Pense na WorldCom, na Enron, na Tyco e na AIG. Para Aiyesha Dey, na época professora assistente de contabilidade na Universidade de Chicago, esses episódios alimentaram uma pergunta: O estilo de vida dos líderes afetava os resultados de suas empresas e, em caso afirmativo, como? "Havia todos esses artigos sobre como os executivos dessas empresas estavam dando festas de milhões de dólares", lembra Dey. Assim, ela e seus colegas embarcaram em uma série de estudos que relacionavam o comportamento dos líderes fora do trabalho com suas ações no trabalho.