
Resumo.
Na semana passada, a WeWork, o espaço de coworking agora conhecido como The We Company, divulgou seu pedido de abertura de capital S-1. Isso gerou inúmeras preocupações sobre a grande avaliação da empresa (US$ 47 bilhões na última contagem), dadas suas pesadas perdas (US$ 1,6 bilhão em receitas de US$ 1,8 bilhão) e apesar de seu rápido crescimento (86% de crescimento de receita ano a ano). A TI também renovou as perguntas sobre as alegações da WeWork de ser uma empresa de tecnologia (a palavra "tecnologia" aparece 110 vezes em seu prospecto) e sobre se ela vale uma alta avaliação do tipo tecnológico. Há muito tempo, os especialistas argumentam que a WeWork não é uma empresa de tecnologia, mas uma empresa imobiliária moderna - que compra aluguéis de longo prazo dos proprietários e os aluga como aluguéis de curto prazo para os inquilinos. Muitos também argumentaram que a WeWork não merece o grande múltiplo de avaliação baseado no EBITDA (lucro antes de juros, depreciação e impostos) que é frequentemente atribuído às empresas de tecnologia.