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Quando um colega está de luto

Patrik Svensson   

Resumo.   

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O luto é uma experiência humana universal, mas a cultura do local de trabalho geralmente é inóspita para as pessoas que sofrem perdas profundas. "Há muitos tabus no trabalho", disse-nos Laszlo Bock, "e a morte é um dos maiores". O ex-diretor executivo de pessoas do Google e cofundador da Humu, uma start-up do Vale do Silício dedicada a ajudar os executivos a humanizar o local de trabalho, estava comemorando o Día de los Muertos no dia em que conversamos. Era 2 de novembro e, seguindo a sugestão de um colega de trabalho, a Humu havia adotado a tradição mexicana de homenagear os falecidos. "Temos os folhetos de papel de renda no escritório e as barracas de doces, e as pessoas colocaram fotos de membros da família que já faleceram", explicou Bock. "Fizemos oferendas aos seus espíritos. Estamos fazendo isso porque queremos que não haja problema em conversar sobre a morte, para reconhecer que todos são humanos."

A version of this article appeared in the Julho-Agosto 2019 issue of Harvard Business Review.

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