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As maneiras erradas de fortalecer a cultura

Lars Leetaru
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Em comparação com outras atividades dos líderes empresariais, como contratar os talentos certos e definir a estratégia, mudar a cultura corporativa pode ser especialmente desafiador. A cultura é amorfa; não há alavancas diretas para mudá-la em uma direção ou outra. As indicações são de que os CEOs estão dando mais prioridade a esse aspecto da liderança do que no passado. De acordo com um estudo da empresa de pesquisa e consultoria Gartner, os CEOs mencionaram a cultura 7% mais frequentemente durante as teleconferências de resultados em 2016 do que em 2010. Nas pesquisas, tanto os CEOs quanto os CHROs dizem que "gerenciar e melhorar a cultura" é a principal prioridade da gestão de talentos. Mas os dados sugerem que há muito espaço para melhorias: A cada ano, as empresas gastam US$ 2.200 por funcionário, em média, em esforços para melhorar a cultura (grande parte do dinheiro vai para consultores, pesquisas e workshops), mas apenas 30% dos CHROs relatam um bom retorno sobre esse investimento.

A version of this article appeared in the Julho-Agosto 2019 issue of Harvard Business Review.

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