Paul Green, doutorando da Harvard Business School, e dois colegas estudaram os dados de campo de uma empresa que utilizava um processo transparente de avaliação por pares e que também permitia que seus 300 funcionários tivessem voz ativa na definição de seus cargos e, portanto, na definição de com quem trabalhariam. A análise dos pesquisadores revelou que as avaliações críticas dos colegas levavam os funcionários a ajustar suas funções para ficarem perto de pessoas que lhes dariam avaliações mais positivas. A conclusão: O feedback negativo raramente leva a melhorias.