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Inteligência Artificial para o mundo real

James Wheaton e Andrew Nguyen   

Resumo.   

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Em 2013, o MD Anderson Cancer Center lançou um projeto "moon shot": diagnosticar e recomendar planos de tratamento para determinadas formas de câncer usando o sistema cognitivo Watson da IBM. Mas em 2017, o projeto foi suspenso depois que os custos ultrapassaram US$ 62 milhões - e o sistema ainda não havia sido usado em pacientes. Ao mesmo tempo, o grupo de TI do centro de câncer estava experimentando o uso de tecnologias cognitivas para realizar trabalhos muito menos ambiciosos, como fazer recomendações de hotéis e restaurantes para as famílias dos pacientes, determinar quais pacientes precisavam de ajuda para pagar contas e resolver problemas de TI da equipe. Os resultados desses projetos foram muito mais promissores: Os novos sistemas contribuíram para aumentar a satisfação dos pacientes, melhorar o desempenho financeiro e reduzir o tempo gasto com a tediosa entrada de dados pelos gerentes de atendimento do hospital. Apesar do revés no tiro na lua, o MD Anderson continua comprometido com o uso da tecnologia cognitiva - ou seja, a inteligência artificial de última geração - para aprimorar o tratamento do câncer e atualmente está desenvolvendo uma variedade de novos projetos em seu centro de competência para computação cognitiva.

A version of this article appeared in the Janeiro-Fevereiro 2018 issue of Harvard Business Review.

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