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Repensando o Crowdsourcing

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Quando a empresa suíça de refrigerantes Rivella estava procurando lançar novos sabores em 2012, ela usou uma plataforma de inovação aberta para pedir ideias aos consumidores e recebeu 800 respostas. Ao analisá-las, os gerentes notaram que uma em particular - uma bebida com sabor de gengibre voltada para a saúde - parecia ser extremamente popular. Mas, examinando mais de perto, viram que grande parte do burburinho em torno da TI vinha de apenas um punhado de participantes que estavam trabalhando febrilmente para obter votos e comentários. "Era um grupo muito pequeno de consumidores que estavam se unindo e gerando muito barulho", diz Silvan Brauen, que supervisionou o pipeline de inovação da Rivella. Apesar do forte feedback on-line, a empresa concluiu que o sabor de gengibre seria um fracasso no mercado e abandonou a ideia.

A version of this article appeared in the Novembro-Dezembro 2017 issue of Harvard Business Review.

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