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Quando a filantropia corporativa faz com que o beneficiário fique mal visto

Agosto 24, 2016
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Há um ano, a Royal Opera House de Londres encenou uma produção de Don Giovanni de Mozart em vários locais graças ao patrocínio da British Petroleum. O apoio corporativo permitiu que a Royal Opera aumentasse drasticamente seu alcance e presença. No entanto, um dia antes de a cortina ser levantada para o espetáculo, 75 dos principais músicos clássicos do Reino Unido escreveram uma carta aberta pedindo que a Royal Opera cortasse seus laços com a BP, empresa que eles descreveram como "compradora de uma legitimidade social que não merece". Vários artistas renomados decidiram cortar seus laços com a instituição. O boicote foi um golpe para a reputação da Royal Opera no mundo da arte.

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