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A reação contrária à felicidade

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Nada me deprime mais do que ler sobre felicidade. Por quê? Porque há conselhos demais por aí sobre como alcançá-la. Como Frédéric Lenoir aponta em Happiness: Um Guia do Filósofo (recentemente traduzido do original em francês), grandes pensadores vêm discutindo esse tópico há mais de 2.000 anos. Mas as opiniões sobre TI ainda diferem. Basta examinar os 14.700 títulos listados no subgênero "felicidade" dos livros de autoajuda na Amazon ou assistir às 55 palestras do TED marcadas na mesma categoria. O que nos faz felizes? Saúde, dinheiro, conexão social, propósito, "fluxo", generosidade, gratidão, paz interior, pensamento positivo... As pesquisas mostram que qualquer uma (ou todas?) das respostas acima está correta. Os cientistas sociais nos dizem que até mesmo os truques mais simples - contar nossas bênçãos, meditar 10 minutos por dia, forçar sorrisos - podem nos levar a um estado de espírito mais feliz.

A version of this article appeared in the Julho-Agosto 2015 issue of Harvard Business Review.
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