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O estagiário de 40 anos

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Kathy Bayert tem um MBA pela Kellogg School da Northwestern e um currículo que inclui passagens pela IBM e pela PricewaterhouseCoopers. Em 2003, ela suspendeu sua carreira para ficar em casa com seus dois filhos. Cinco anos depois, querendo voltar ao trabalho aos 42 anos, ela descobriu que a lacuna em seu currículo era o menor de seus problemas: a economia estava entrando em recessão. Certo dia, ao vasculhar sites de emprego on-line, ela encontrou um termo desconhecido: Sara Lee estava anunciando uma “devolução”. Descobriu-se que a vaga era uma posição remunerada de curto prazo projetada para um profissional que estava fora do mercado de trabalho há vários anos — basicamente, um estágio para um trabalhador experiente cujo tempo livre poderia assustar os recrutadores. A Bayert se inscreveu, foi aceita e assinou. Depois de sua missão inicial de seis meses, ela foi contratada como gerente sênior de eficácia organizacional. O programa, diz ela, foi “fundamental como um trampolim de volta à força de trabalho”.

A version of this article appeared in the November 2012 issue of Harvard Business Review.

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