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Autogestão: uma maneira mais inteligente de fazer networking

Resumo.   

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Uma das executivas mais felizes e bem-sucedidas que conhecemos é uma mulher chamada Deb. Ela trabalha em uma grande empresa de tecnologia e dirige uma unidade de negócios global que conta com mais de 7.000 funcionários. Quando perguntamos a ela como chegou ao topo e por que gosta do seu trabalho, sua resposta é simples: as pessoas. Ela cita seu chefe, o CEO, um mentor que “sempre a apoia”; Steve, o chefe de uma unidade de negócios complementar, com quem ela tem almoços mensais de brainstorming e, ocasionalmente, sessões para desabafar; e Tom, um protegido a quem ela delegou a responsabilidade por grande parte de sua divisão. Fora da empresa, o círculo de Deb inclui seus colegas em três parcerias estratégicas, que a inspiram com novas ideias; Sheila, uma ex-colega, agora em um setor diferente, que lhe dá feedback sincero; e seu marido, Bob, executivo de uma organização filantrópica. Ela também mantém relações próximas com seus colegas voluntários em um programa para alunos do ensino médio em situação de risco e com os membros de seu grupo de tênis e clube do livro.

A version of this article appeared in the Julho-Agosto 2011 issue of Harvard Business Review.

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