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Coluna: A impotência corrompe

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Você está correndo em direção a uma meta quando ouve sons que fazem os freios tremerem: “Os procedimentos não permitem isso”. “Levará meses para ser processado.” “Envie mais formulários.” Ou pior, você solicita cooperação, mas não recebe uma resposta. Você amaldiçoa pequenos burocratas por causarem uma parada brusca. Você se pergunta se deveria oferecer favores ou mexer os pauzinhos para que as coisas voltem a funcionar. Mas se você invocar o clientelismo, você perpetua o problema: um ciclo vicioso de impotência que mina a eficácia organizacional.

A version of this article appeared in the July–August 2010 issue of Harvard Business Review.

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