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Gerenciando redes sociais corporativas

Resumo.   

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As grandes empresas são boas em inovar dentro de silos, mas lamentavelmente ruins em combinar energias criativas entre divisões para construir novos negócios. Como perguntou certa vez a analista da Merrill Lynch, Jessica Cohen: Como é possível que a Time Warner fosse proprietária da Warner Music e da AOL e não criar algo como o iTunes? Acreditamos que o problema é estrutural: os limites das unidades de negócios existem exatamente porque criam estruturas eficientes para executar a estratégia. Mas o foco em silos e a eficiência implacável custam a colaboração entre divisões, então algumas oportunidades de inovação são mal executadas ou nem sequer são vistas. A solução, pensamos, não está na reorganização, mas na comunicação informal por meio das redes sociais existentes em toda a empresa. Essas redes devem ser moldadas e cultivadas para encontrar e explorar inovações com eficiência.

A version of this article appeared in the Julho–Agosto 2008 issue of Harvard Business Review.

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