
Resumo.
Há 10 anos, achávamos que sabíamos a maior parte do que precisávamos saber sobre estratégia. O planejamento do portfólio, a curva de experiência, o PIMS, as cinco forças de Michael E. Porter — ferramentas como essas trouxeram rigor e legitimidade à estratégia, tanto na unidade de negócios quanto no nível corporativo. Empresas líderes, como a General Electric, construíram grandes equipes que refletiam a crescente confiança no valor do planejamento estratégico. As butiques de consultoria estratégica se expandiram rapidamente e alcançaram amplo reconhecimento. Como a paisagem parece diferente hoje. Os exércitos de planejadores praticamente desapareceram, varridos pela turbulência da última década. Em várias frentes, a estratégia foi criticada.