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Seis regras para uma previsão eficaz

Resumo.   

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As pessoas em coquetéis estão sempre me pedindo dicas de ações e depois querem saber como minhas previsões aconteceram. Seus pedidos revelam a percepção comum, mas fundamentalmente errônea, de que os meteorologistas fazem previsões. É claro que não sabemos: a previsão só é possível em um mundo em que os eventos são predeterminados e nenhuma ação no presente pode influenciar os resultados futuros. Esse mundo é matéria de mitos e superstições. Aquele em que habitamos é bem diferente — pouco é certo, nada é predeterminado e o que fazemos no presente afeta a forma como os eventos se desenrolam, muitas vezes de forma significativa e inesperada.

A version of this article appeared in the July–August 2007 issue of Harvard Business Review.

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