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De onde vêm os bebês: oferta e demanda em um mercado infantil

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Diga a palavra “mercado” e o que vem à mente? Mercados financeiros, talvez, ou supermercados. Existem mercados imobiliários, mercados de carros usados, mercados cheios de fazendeiros vendendo feijão verde e queijo. Mas um mercado de fertilidade humana — espermatozóides, óvulos, hormônios, mães de aluguel, embriões? Bebês, ou os meios para produzi-los, não deveriam ser vendidos. Eles não deveriam ser comprados. Eles não deveriam ter preços fixados sobre eles.

A version of this article appeared in the February 2006 issue of Harvard Business Review.

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