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O motim de Banda

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O gerente de recursos humanos Frank Heberer franziu a testa. O envelope de correio interno que ele acabara de abrir com grandes expectativas continha o relatório no qual ele trabalhou por meses. Ele delineou a estratégia de recursos humanos de longo prazo que ele acreditava que a Medignostics precisava adotar para se manter competitiva nos próximos 20 anos. Na página de título estava afixado um Post-it amarelo, com as palavras “Não é uma prioridade” escritas com a caligrafia ornamentada de Erwin Baum, vice-presidente de RH. Percebendo a nitidez do fichário, Heberer duvidou que alguém tivesse lido além de sua folha de rosto.

A version of this article appeared in the October 2005 issue of Harvard Business Review.

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