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Presenteísmo: no trabalho, mas fora dele

Resumo.   

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Durante anos, Amy Farler, que projeta componentes de transmissão para a International Truck and Engine, sofreu em silêncio. De vez em quando, quando uma dor de cabeça sinusal relacionada à alergia se transformava em uma enxaqueca total, ela perdia um dia de trabalho. Mas, na maioria das vezes, ela ia ao escritório e convivia tranquilamente com o congestionamento e o desconforto de suas alergias sazonais. “Às vezes, é como se você não se importasse se sua cabeça saísse do corpo”, diz a engenheira de 31 anos, que passa a maior parte do dia trabalhando com modelos 3D na tela do computador. “Você se sente entupido e confuso. A pressão faz você querer fechar os olhos. É difícil se concentrar. Você acaba apenas se confundindo.”

A version of this article appeared in the October 2004 issue of Harvard Business Review.

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