Há vinte anos, o maior componente da remuneração de executivos era dinheiro, na forma de salários e bônus. As opções de ações eram apenas uma nota de rodapé. Agora, o inverso é verdadeiro. Com uma velocidade impressionante, as concessões de opções de ações passaram a dominar os salários e, muitas vezes, a riqueza dos principais executivos nos Estados Unidos. No ano passado, as opções não exercidas da GE de Jack Welch foram avaliadas em mais de$ 260 milhões. Os do CEO da Intel, Craig Barrett, valiam mais do que$ 100 milhões. Michael Eisner exerceu 22 milhões de opções sobre ações da Disney somente em 1998, arrecadando mais de meio bilhão de dólares. No total, os executivos dos EUA possuem opções não exercidas no valor de dezenas de bilhões de dólares.