Pelos padrões convencionais, meu currículo é um desastre. Onze empresas em 25 anos, sem falar em uma infinidade de empregos: gerente de desenvolvimento comunitário, promotor musical, advogado corporativo, CFO em uma start-up de tecnologia e diretor executivo em uma empresa de videogame, só para citar alguns. Eu ziguezagueei, depois ziguezagueei, depois ziguezagueei um pouco mais. Só pelo meu currículo, ninguém deveria me contratar. Só que hoje em dia, muitas empresas o fariam. E eles sabem. Por fim, minha carreira “sem carreira” faz todo o sentido — para eles e para mim.