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Tornando-se global: lições de pessoas que se mudaram mais tarde

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Em sua autobiografia, o ex-presidente sul-africano Nelson Mandela relembra sua consternação ao embarcar em um avião e descobrir que o piloto era africano. Com choque, ele percebeu que sua reação foi exatamente contra a qual ele lutou durante toda a sua vida. Mandela estava discutindo racismo, mas as mesmas reações involuntárias surgem no comércio. Considere rótulos como “Fabricado no Brasil” e “Fabricado na Tailândia”. Algum dia, eles podem ser símbolos de alta qualidade e valor, mas hoje muitos consumidores esperam que os produtos desses países sejam inferiores. Infelizmente, essa percepção é frequentemente compartilhada pelos gerentes das empresas locais que estão se esforçando para se tornarem players globais.

A version of this article appeared in the March–April 2000 issue of Harvard Business Review.

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