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Falando sério sobre o comércio virtual

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Em sua primeira geração, o comércio eletrônico foi uma conquista de terras. O espaço de varejo na Internet foi reivindicado por quem chegou primeiro com recursos suficientes para criar um negócio confiável. Foi preciso velocidade, vontade de experimentar e muito conhecimento cibernético. As empresas que tiveram um desempenho brilhante em ambientes tradicionais pareciam totalmente perdidas. De fato, não há uma grande categoria de varejo eletrônico na qual um varejista físico tenha uma participação de mercado líder. Até o Wal-Mart, esse mestre em tecnologia da informação, até agora se mostrou irremediavelmente chato na Web.

A version of this article appeared in the November–December 1999 issue of Harvard Business Review.

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